Cultura
10/04/2026
O Rio Grande do Norte acaba de ganhar um empurrão de R$ 12 milhões para colocar suas histórias nas telas. O investimento vem da Política de Arranjos Regionais do Audiovisual, uma parceria entre o Ministério da Cultura e a Ancine (Agência Nacional do Cinema).
A verba faz parte de um pacote nacional de R$ 630 milhões que quer espalhar a produção por todo o país. O foco é fortalecer quem está fora do eixo tradicional das grandes produções cinematográficas.
O modelo de negócio funciona como uma união de forças entre os governos. A maior parte dos recursos vem do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), que banca o desenvolvimento da cadeia produtiva nacional.
No caso potiguar, o FSA entra com R$ 10 milhões. O governo do Estado completa o montante com uma contrapartida de R$ 2 milhões.
Natal também não ficou de fora da festa dos recursos. A capital terá R$ 3 milhões exclusivos para fomentar projetos locais, sendo a maior parte bancada pelo fundo federal.
Essa política estava na geladeira desde 2018 e agora volta com uma roupagem mais abrangente. A ideia é que o volume de dinheiro cresça com a união direta entre Brasília e os entes locais.
Os criativos do RN podem usar a verba para diversas frentes. A lista inclui desde curtas e animações até a produção de jogos eletrônicos e formação de profissionais.
O fomento também abraça a preservação da memória e as atividades de cineclubes.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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