Saúde
14/09/2026
A Anvisa ampliou em 2026 as opções de medicamentos injetáveis para o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade no Brasil.
Foram aprovadas 14 novas canetas: dez à base de semaglutida, três de liraglutida e uma nova versão do Mounjaro, à base de tirzepatida.
A expansão do mercado foi impulsionada pela queda, em março, da patente do Ozempic, da Novo Nordisk, abrindo espaço para novos genéricos e similares da semaglutida.
A maior oferta, porém, não significa que os medicamentos sejam intercambiáveis ou que a escolha deva ser feita apenas pelo preço.
Especialistas alertam que a indicação deve levar em conta o diagnóstico, a necessidade de perda de peso, outras doenças do paciente, os estudos disponíveis para cada medicamento e a possibilidade de manter o tratamento a longo prazo.
Esse último ponto é importante porque obesidade e diabetes são doenças crônicas e o uso dos medicamentos pode se prolongar por meses ou anos.
Os possíveis efeitos colaterais também precisam ser considerados. As substâncias podem provocar náusea, dor abdominal, refluxo, constipação e outras alterações gastrointestinais.
Por isso, apesar do aumento das opções disponíveis, a escolha e o acompanhamento do tratamento devem ser feitos com orientação médica.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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