Economia
14/05/2026
O Rio Grande do Norte atingiu a marca histórica de 7,6% de desocupação no primeiro trimestre de 2026. O dado da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) é o menor para o período desde 2012.
Na capital, o cenário se mostra ainda mais favorável. Natal registrou apenas 5,9% de desemprego nos primeiros três meses do ano.
Em relação ao mesmo intervalo de 2025, a queda foi de 2,3 pontos percentuais. Naquela época, o estado amargava quase 10% de pessoas sem trabalho.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) calcula que 113 mil potiguares seguem desocupados. O número representa 39 mil pessoas a menos fora do mercado em um ano.
A informalidade também deu uma trégua e recuou para 41,5%. Apesar de superar a média nacional, é o menor índice de trabalho sem registro de todo o Nordeste.
O rendimento médio mensal do trabalhador ficou em R$ 2.953. O valor se manteve em patamar de equilíbrio comparado ao fim do ano passado.
Outra boa notícia surge no grupo dos desalentados, que são aqueles que desistiram de buscar vagas. Esse contingente caiu 17,9% em apenas três meses.
Hoje, são 60 mil pessoas nessa situação no estado. Há um ano, o volume de desalentados chegava a 80 mil cidadãos.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
ver mais
Receba notícias exclusivas