Cidades
26/01/2026
Entre janeiro de 2020 e setembro de 2025, Mossoró somou 2.272 nascimentos sem o nome do pai, segundo o Portal da Transparência do Registro Civil.
Diante do dado, a 17ª Promotoria de Justiça recomendou que os cartórios cumpram a lei e coletem as informações do genitor no ato do registro, já que apenas 51 procedimentos de investigação de paternidade foram encaminhados à Justiça no período.
O Ministério Público (MP) orienta que sejam registrados nome, profissão, endereço e documentos do pai indicado pela mãe, com envio imediato ao juiz competente.
Caso a genitora não informe os dados, deve ser lavrado termo negativo e remetido ao Judiciário, sem que falhas de sistema sirvam de justificativa.
Os cartórios têm prazo de 60 dias para informar as providências adotadas, sob risco de medidas administrativas e judiciais.
No mesmo contexto da política de proteção à infância, dados do Tribunal de Justiça (TJ) apontam 20 adoções em 2024 e 2025 e 40 crianças e adolescentes acolhidos atualmente em Mossoró.
*Com informações do De Fato.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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