Economia
06/10/2026
A australiana Gold Mountain avalia reativar a antiga mina Malhada do Angico, explorada durante a Segunda Guerra Mundial no Seridó potiguar. A empresa garantiu por 12 meses a exclusividade para estudar e potencialmente adquirir a área de 857 hectares, próxima a Parelhas.
A companhia já pagou R$ 1 milhão pelo direito e poderá desembolsar outros R$ 2 milhões se a aquisição avançar. O tungstênio, conhecido como “mineral de guerra”, é usado em ligas de alta resistência e aços especiais, e teve forte alta de preço em 2026 diante da oferta restrita e da dependência mundial da produção chinesa.
A Gold Mountain iniciou perfurações com trado nos rejeitos da antiga operação para avaliar os teores de tungstênio, a espessura do material e realizar testes metalúrgicos. Também prepara uma campanha de sondagem diamantada em cerca de 2 quilômetros da formação geológica, com profundidade de até 120 metros.
“Estamos acelerando o programa de exploração e iniciaremos a perfuração assim que as licenças necessárias forem obtidas”, afirmou David Evans, diretor-executivo da empresa. A aquisição ainda depende de análises técnicas, jurídicas e regulatórias, além de decisões da ANM (Agência Nacional de Mineração) sobre os direitos da área.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 96 FM Natal, 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras.
ver mais
Receba notícias exclusivas