Política
28/04/2026
O senador Rogério Marinho (PL) resolveu colocar o dedo na ferida antes da sessão do Congresso Nacional que analisará o veto do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria.
Em declaração ao Painel, da Folha de S. Paulo, o líder da oposição avisou que vigiará cada passo. "O voto é aberto e quem mudar de posição terá que se explicar à opinião pública e a seus eleitores", afirmou Marinho.
A oposição teme deserções no Senado Federal, onde a vitória anterior foi garantida por um placar apertado. Para anular a decisão presidencial na quinta-feira (30), são necessários pelo menos 41 votos na Casa.
Nos bastidores, o burburinho sobre adiar o confronto surgiu, mas o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) cortou as asas dos recuados. Para ele, não existe espaço para neutralidade no tabuleiro político atual.
"A escolha é pacificar e fazer justiça ou perseguir e espezinhar", sentenciou o senador potiguar. Enquanto isso, na Câmara dos Deputados, o cenário parece bem mais favorável aos bolsonaristas.
O grupo contabiliza cerca de 300 votos para derrubar o veto de Lula. Se a derrota do governo se confirmar no Legislativo, o plano B do Planalto é levar a briga para o Supremo Tribunal Federal.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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