Economia
09/02/2026
O Rio Grande do Norte surge como área estratégica para a extração de terras raras, segundo estudo do Serviço Geológico do Brasil (SGB).
O levantamento mapeou mais de 4,7 mil corpos pegmatíticos em regiões como Currais Novos, Parelhas e Tenente Ananias, com presença de elementos usados em turbinas eólicas, veículos elétricos e tecnologias de defesa.
O setor reconhece o potencial, mas cita desafios.
“Sabemos da existência dessas reservas, mas o potencial ainda não está devidamente quantificado”, afirmou Mário Tavares, presidente do Sindicato da Indústria da Extração de Metais Básicos e de Minerais Não Metálicos do RN (SINDMINERAIS), ao mencionar 28 processos de pesquisa registrados na Agência Nacional de Mineração (ANM).
A principal barreira é a água e a falta de indústrias para absorver a produção local. “Uma dificuldade é verticalizar esse setor”, disse Tavares, enquanto o SGB aponta limitações hídricas.
Dados do Observatório da Indústria Mais RN mostram que o estado importou US$ 31 milhões em terras raras em 2025, sinalizando consumo acima da produção.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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